A frase “até que a morte os separe”, pronunciada por um sacerdote, é o maior estelionato aplicado
pela vida, pois, nos leva a pensar que realizamos o sonho do casamento, mas, no
final, recebemos o pesadelo de um divórcio! Isso mesmo! A mesma frase une e, ao mesmo tempo, separa! Ela casa e
divorcia!
Poucas frases são tão mal compreendidas embora estejam dizendo exatamente aquilo que querem dizer! Talvez, isto ocorra por não imaginarmos que algo tão importante, como o casamento, possa ser finito. Por isso a frase "até que a morte os separe" nos leva a crer que esteja, na realidade dizendo: "que a morte não os separe".
Poucas frases são tão mal compreendidas embora estejam dizendo exatamente aquilo que querem dizer! Talvez, isto ocorra por não imaginarmos que algo tão importante, como o casamento, possa ser finito. Por isso a frase "até que a morte os separe" nos leva a crer que esteja, na realidade dizendo: "que a morte não os separe".
Mas, desavisados, os noivos entram na igreja felizes, pensando
que, no futuro, experimentarão aquele famoso final dos contos de fadas: “...E viveram
felizes para sempre”.
Porém, os altos e baixos da vida revelam o quão delicado é o
“sempre” desta frase. Este “sempre”, anulado pela frase: "Até que a morte os separe", não resiste
à morte, separação indesejada que vem, muitas vezes, em momentos inesperados.
Aí, fica a pergunta: e agora? Um vazio sem cura domina a alma! Uma solidão que beira a própria loucura!
Aí, fica a pergunta: e agora? Um vazio sem cura domina a alma! Uma solidão que beira a própria loucura!
“Até que a morte os separe” faz- nos perceber que até
aqueles que deveriam saber as regras para a verdadeira felicidade, no final, são tão vítimas como nós!

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Esta mensagem é de autoria de Antonio Bernardo.
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