Acostumei-me com a escuridão.
Minha vista enxergava entre a névoa
Apenas o suficiente para por meus pés no chão.
Pois, nem mesmo eu estava convencido,
Nem sabia o que viria logo além
Era tudo um grande desconhecido.
Quem sou eu? De onde vim? Pra onde vou?
Apontavam para um ponto no infinito:
Nem eu mesmo sei dizer-lhe quem eu sou!
Alegria infinita veio encher-me o coração.
Toda a dúvida e todo o medo dissipou!
Hoje piso confiante neste chão.
Quem sou eu? De onde vim? Pra onde vou?
O espírito apenas escreveu na minha mente,
Porém, na tábua do meu coração Ele
gravou!
Hoje me vejo em cada rosto andando em vão
Olhar perdido, sorriso triste, dúvidas sem fim.
Buscar no mundo uma resposta sem solução.
Posso dizer-lhe: Eu vou guiar-te, olhe pra mim!

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Esta mensagem é de autoria de Antonio Bernardo.
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