domingo, 24 de julho de 2011

Perguntas que Nunca Devemos Fazer - Parte 2

Continuo com a série de perguntas que nunca deveríamos fazer. Portanto, se você se identifica nestes casos, lembre-se: nunca é tarde para mudar.
Existem perguntas que não são muito animadoras para quem consegue ler nas entrelinhas. Elas vêm de uma linhagem familiar de outras perguntas irmãs, todas elas desanimadoras.
Aqui vão elas: Porque hoje? Porque agora? Porque aqui? Porque isto? E finalmente: Porque eu? Entre tantos significados, todos eles ruins, cito alguns deles aqui:
Estas são perguntas que são pronunciadas sempre que alguém não está disposto a aceitar uma designação. Ao ouvir qualquer uma destas perguntas é melhor procurar outra pessoa para fazer o trabalho, pois o autor da pergunta, se aceitar o desafio, o que, diga-se de passagem, é muito difícil, não o fará.
E, porque não fará? Porque não está disposto. Porque não quer. Porque é ocioso. Então, ao ouvir alguma destas perguntas, você está diante de uma pessoa que não tem disposição, coragem e vontade de fazer o que você está querendo que ela faça. Se for trabalho voluntário, ele poderia fazer se o trabalho fosse remunerado. Mas, se for trabalho remunerado, ele provavelmente fará se tiver alguém que acompanhe o desenvolvimento do trabalho. Neste caso será trabalho dobrado, pois você utilizará dois homens para fazer o trabalho de um. Este tipo de pessoa não consegue fazer amigos duradouros, pois, logo é desmascarado. Ele não tem o que oferecer ao amigo e, acima de tudo, quer tirar todo proveito possível. Ninguém quer ficar muito tempo perto deste tipo de pessoa. Se eu fosse pintar o seu retrato, ele seria mais ou menos assim:


Creio que as perguntas corretas que deveriam ser feitas são: Porque não hoje? Porque não agora? Porque não aqui? Porque não isto? E, finalmente: porque não eu?
Ao fazermos este tipo de pergunta demonstramos que somos pessoas dispostas e animadas. Demonstramos que somos trabalhadores e abominamos a preguiça. Este tipo de pessoa é aquela que todos querem ficar ao lado. Ela tem uma energia contagiante e atrai coisas positivas. Se eu fosse pintar alguém com estas qualidades, creio que ele seria mais ou menos assim:


Que possamos pensar na qualidade das perguntas que fazemos, elas dizem muito de nós mesmos. Ao mudarmos as perguntas que fazemos e mudarmos também nossa disposição de agir vamos inspirar outros a fazerem o mesmo. Notem que não existe mágica neste processo, ele requer ação. E a ação produz a mudança.

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Esta mensagem é de autoria de Antonio Bernardo.
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