Por um momento isso passou pela minha mente!
Desistir daquilo que me deixava cansado.
De tudo o que me machucava.
De tudo o que me machucava.
Desistir parecia a coisa mais fácil a fazer.
Mas fui persistente, teimoso.
Apesar das feridas não desisti.
A cada queda eu me reergui
e continuei caminhando!
Cambaleando entre os espinhos,
Sangrando a cada passo.
Apesar de tudo, sobrevivi!
Cambaleando entre os espinhos,
Sangrando a cada passo.
Apesar de tudo, sobrevivi!
E, nessa caminhada, aprendi.
Aprendi que a minha força veio,
não das vezes em que me mantive em pé,
mas sim, das vezes em que me levantei.
mas sim, das vezes em que me levantei.
Aprendi que não alcancei tudo o que desejei na vida
Mas consegui amar tudo o que alcancei.
E, aprendi que eu não poderia me permitir desistir,
Que esse pensamento é sugerido pelo inimigo.
O inimigo de tudo aquilo
que se finaliza.
O inimigo da nossa alma.
E, oh! Como ele ama as almas inacabadas!
Se ele pretendeu subjugar até o Ser mais poderoso do mundo
Por que eu achei que estava imune às suas investidas?
Ainda hoje penso em desistir: em desistir de desistir!
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Esta mensagem é de autoria de Antonio Bernardo.
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