Por que será que, invariavelmente, imaginamos ser mais
do que realmente somos? E nesse engano trocamos os pés pelas mãos, fazemos o
que não devemos, falamos o que não queremos e nos apequenamos?
Oh! Se o ser humano pudesse se aquietar, se tivesse uma
cota diária de palavras para falar, talvez pudesse escolher melhor o que de si
sairia. Mas, não é assim que deve ser, senão o verdadeiro ser que ali
habita jamais se revelaria.
Por que será que imaginamos ser mais do que realmente somos se
tudo o que temos não temos e se tudo o que fazemos não importa? Talvez seja porque
tudo isso só terá valor se fizer nos tornamos alguém melhor!

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Esta mensagem é de autoria de Antonio Bernardo.
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