Não conjugue o verbo amar no pretérito perfeito,
Não se ama no passado se o amor está presente.
Se, ao lembrar, manda recado e o coração ainda sente.
Se eu amo de verdade, então, amarei eternamente.
Não no pretérito perfeito, mas, no futuro do presente.
O amor que se acabou jamais deveria ser conjugado,
Se não suportou os rigores do presente e do passado.
Secou como seca a folha que cai do galho quebrado.
É por que não foi amor capaz de exigir ser lembrado.
Foi, talvez, algo egoísta que não pôde ser guardado.
No presente do indicativo o amor faz mais sentido.
Eu te amo agora e sempre e por você corro o perigo.
De te amar eternamente e por amor ser esquecido.
Não me importa se no futuro, na memória da história,
Os meus feitos de perderem
e pra você for toda a glória.

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Esta mensagem é de autoria de Antonio Bernardo.
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