No meu jardim plantei
rosas e jasmins. Estes pelo perfume, aquelas pela beleza. As rosas são famosas por sua beleza única. Os
jasmins também são bonitos, mas, o que me fascina neles é seu perfume marcante
e inconfundível.
Assim, também precisamos
ser a beleza e o perfume do mundo.
A beleza que digo não é na
aparência rebuscada por cosméticos comprados a bom preço em uma loja de grife,
mas sim, aquela beleza que vem do viver digno que trás o sorriso sincero e
contagiante daquele que sabe que nada vem por acaso, que tudo tem seu preço. A beleza
de quem tem certeza que sua vida agrada ao Mestre dos Mestres e Senhor dos
Senhores. A beleza daquele que sabe que naquele dia quando estará frente a frente com o
Grande Juiz, o mais belo de todos, nada terá a temer.
O perfume a que me refiro
também não é aquele que vem num frasco elegante e é adquirido por uma quantia
vultuosa. É aquele perfume inodoro vindo do verdadeiro amor que faz até o mais
insensível saber que alguém se importa tanto com ele que é capaz de deixar o
seu próprio conforto para socorrê-lo. Este é o perfume que acompanha o
verdadeiro cristão. Este é o mesmo perfume a que o Apóstolo Paulo se referiu em
II Coríntios 2:14-16:
“E graças a Deus, que
sempre nos faz triunfar em Cristo, e por meio de nós manifesta em todo o lugar
a fragrância do seu conhecimento.
Porque para Deus somos o
bom perfume de Cristo, nos que se salvam e nos que se perdem.
Para estes, certamente,
cheiro de morte para morte; para aqueles, cheiro de vida para vida...”

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Esta mensagem é de autoria de Antonio Bernardo.
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