Você já deve ter ouvido a frase: ”Eu nasci assim e nunca vou mudar”.
Quando ouço alguém, em sua ingenuidade, dizer esta triste frase, penso no quanto ela está perdendo. Perdendo em oportunidade de crescimento e conhecimento.
Ao pensar desta forma ela ignora toda e qualquer oportunidade de mudança que vem por meio do aprendizado. É como se ela estivesse perdendo seu tempo na face da Terra. Pois, se ela não deseja mudar, se não tem a intenção de se aprimorar, de ser melhor do que ontem, então sua vida perdeu totalmente o propósito. Ao dizer isto ela demonstra que está presa ao maior de todos os seus inimigos: o orgulho.
Quando não aceita que precisa mudar, ela está dizendo que é tão boa do jeito que é, que qualquer mudança seria desnecessária.
Quando diz que não precisa mudar nega a si mesma a oportunidade de aprendizado, pois, aprendizado implica em mudança.
Pessoas que dizem isto estão presas ao seu próprio passado assim como um hamster em uma gaiola. Elas podem correr e se esforçar, em busca de uma recompensa que não vale o esforço, mas nunca vão conseguir sair do lugar. Repetem os mesmos erros de sempre e não percebem o quanto estão perdendo.
Elas são tão ingênuas que não conseguem perceber o quanto elas próprias estão mudando. Pois, ninguém consegue passar, mesmo que se esforce, por esta experiência terrena sem receber a maior de todas as suas heranças: A mudança imperceptível que vem gradativamente a cada dia que amanhece.
Eu tenho que ter, em meu coração, a disposição de mudar. Tenho que ter o desejo de me esforçar para não cometer os mesmos erros que cometi no passado.
A cada dia eu tenho que me renovar, eu tenho que ser alguém novo, diferente e melhor.
A cada dia eu preciso me dedicar a algo que vá me levar a um degrau mais alto de entendimento da vida.
Não diga: “Eu nasci assim e nunca vou mudar”. Ao invés disso diga: “Eu nasci assim, mas estou disposto a mudar”.
O que mais importa não é o que somos hoje, mas sim, o que nos tornaremos amanhã. E nós nos tornaremos o resultado da soma de todas as nossas mudanças.

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Esta mensagem é de autoria de Antonio Bernardo.
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